O Skate lusófono subiu pela segunda vez ao pódio nos Jogos Olímpicos de Tóquio nessa segunda-feira. Desta vez com a jovem da delegação brasileira, Rayssa Leal, de 13 anos, a Fadinha, que brilhou na prova do Skate Street e conquistou a medalha de prata em sua primeira participação olímpica.
Numa prova de altíssimo nível, a skatista, que se tornou a medalhista mais jovem da história do Brasil a subir no pódio, ficou atrás da japonesa, Mimiji Nishyija, também de 13 anos. Ambas travaram um duelo que durou até as últimas manobras. A japonesa somou 15,26 na final, à frente dos 14,64 de Rayssa. Funa Nakayama, também do Japão, completou as medalhas.
Rayssa, que avançou com tranquilidade na classificatória, mas viu suas colegas - Leticia Bufoni e Pâmela Rosa - ficarem pelo caminho, não se intimidou com a responsabilidade de ser a única brasileira na decisão. A expectativa era que todas as brasileiras, desse bons resultados no circuito mundial, e estivessem todas na final.
De maneira leve e sempre com sorriso no rosto, a brasileira ficava animada até quando suas tentativas não encaixavam, o que pouco aconteceu ao longo da competição. Desempenhando bem desde o começo, a Fadinha teve apenas duas quedas significativas em todas suas tentativas e chegou a liderar a prova até a penúltima manobra.
Na rodada final, Nishyija emplacou dois movimentos impressionantes e ultrapassou Rayssa. Na última tentativa, a Fadinha, que já sabia que estava no pódio, arriscou para buscar o ouro e acabou errando. Mesmo assim, fez história como medalhista de prata.
Com o resultado, a lusófonia encerra o Skate Street com o português Gustavo Ribeiro em oitavo lugar e duas medalhas de prata, dos brasileiro Kevin Hoefler e Rayssa Leal.
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| Rayssa Leal sorri com a medalha de prata do skate street feminino — Foto: Patrick Smith/Getty Images |



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